quinta-feira, 21 de abril de 2011

DICA DE LIVRO

História Ilustrada do Vestuário

 MELISSA LEVENTO. PUBLIFOLHA , 2009.

É uma obra de referência ricamente ilustrada que combina dados históricos com estudos de dois grandes artistas gráficos do século 19: Auguste Racinet e Friederich Hottenroth. Apresentados cronologicamente e divididos por temas, os desenhos acompanham textos de especialistas e trazem ricas informações sobre a história da vestimenta. As ilustrações das silhuetas revelam as variações das formas, modelos e cortes em cada época, e notas chamam a atenção para motivos recorrentes até os dias atuais. Traz ainda um capítulo sobre acessórios e um glossário abrangente.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA

1 – LINGUAGEM TÉCNICA

PPP
PALA: pedaço de tecido que sustenta uma extensão de tecido maior de uma roupa,  por exemplo, entre os ombros de uma camisa ou dos quadris à cintura de uma saía
PALAZZO (PIJAMA): roupa de noite inspirada nos pijamas, comuns na década de 60, que vagarosamente vem sendo aceita como peça do quarda-roupa feminino.
PANAMÁ: sarja brilhante e leve, de algodão, usada em ternos, calças e camisaria.
PANTALONA: do francês “pantalon”; calça comprida de corte reto, as pernas têm a mesma largura em toda a extensão.
PÁREO: o detalhe básico é o transpasse frontal com fechamento em nó; amarração na cintura.
PASSAMANARIA: tira estreita em que, tecendo-se ou traçando-se fios de seda, produz um desenho. Na década de 1930, Coco Chanel adotou como acabamento dos tailleurs.
PATCHWORK: trabalho de agulha que consiste em reunir pedaços de tecidos. O que sempre foi uma maneira econômica de costurar para uso doméstico. Entrou na moda da década de 1960, quando surgiram casacos, calças, jaquetas e vestidos feitos de retalhos quadrados, redondos ou hexagonais; Aplicação ornamental de tecido, com inspiração nas colchas de retalhos, em que se justapõem pequenos pedaços de diversos tamanhos, cores, padrões e formas; Originário do artesanato finlandês.
PELETIZADO: uma das características do tecido peletizado é o sentido do pêlo, Na costura, é obrigatório que o sentido seja sempre o mesmo.
PELÚCIA: variedade de veludo, com pêlos mais. compridos, para imitar a pele de animais (pele fake).
PENCE: pequena prega costurada no avesso da roupa que vai se estreitando até desaparecer, usada para marcar ou apertar certas partes do vestuário.
PEPLOS: espécie de xale pendente dos ombros, usado pelas mulheres da Grécia antiga sobre o chifon.
PERFECTO: jaqueta de coura (tipo motoqueiro), que simbolizava, através de ator Marlon Brando, rebeldia e contestação. Atualmente o “modelo perfecto” é amplamente usado como estética de visual jovem, ou não, sem o mínimo de rebeldia.
PESPONTO: costura visível feita a maquina, que é tanto decorativa quanto funcional.
PIED-DE-POULE: do francês: pé-de-galinha; padronagem originalmente usada em tecido de lã, com formas geométricas mais miúdas; as mais graúdas são denominadas pied-de-coque (pé-de-galo).
PIQUES: pequenos cortes dados na modelagem para localização de dobras e encaixe na costura; pequeno corte dado em costuras arredondadas (no interior da peça) para fazer com que a roupa caia melhor nas partes curvas do corpo.
PICUETA: acabamento dado a barras, decotes e punhos em artigos de malha com efeito de bordado nas pontas.
PLISSADO: diz-se do tecido ou peça do vestuário em que foram feitas dobras permanentes em toda a sua altura. O estilista Issey Miyake soube combinar tecnologia e tradição ao utilizar uma técnica de plissado em suas criações, deixando-as com um movimento que serviu de inspiração ao mundo da moda.
PLUSH: veludo molhado, brilhante, feito com fios de seda, de consistências molenga e aderente.
POÁ: qualquer tipo de tecido com estampado com bolinhas.
POCHETTE: bolsinha, pode ser tiracolo pequenina, ou acoplada ao cinto; modismos atuais urbano, favoritos dos jovens.
POLAINA: acessório de lã ou pele fake para esquentar pernas e tornozelos no inverno.
POLIÉSTER: fibras sintética absorve pouca umidade, tem alta resistência e secagem rápida.
POLIAMIDA (NYLON): a poliamida, ou nylon, foi a primeira fibra sintética criada pelo homem.
PONTO AJOURS: ponto cruzado que se usa para manter uma junção aberta decorativa entre as duas extremidades de um tecido, freqüentemente na costura de uma roupa. Também é conhecido como bainha aberta.
PONTO ESPINHA-DE-PEIXE: ponto que forma um desenho em ziguezague, lembrando a estrutura do esqueleto do peixe, com pontos oblíquos longos, cruzados alternadamente na base, e um ponto oblíquo curto na parte superior. Para se obter um melhor resultado, deve ser trabalhado sobre tela dupla. Desde o século XIX, a espinha-de-peixe é usada em peças externas – ternos, casacos e saias.
PONTO PARIS: ponto que rende muito e é de fácil execução, motivo pelo qual é muito útil para preencher áreas extensas de fundo dos bordados. Enfia-se a agulha quatro pontos na frente, unem-se aos quatro pontos que ficaram atrás, torna-se a pular mais quatro pontos na frente até formar uma carreira, como se fosse um ponto de máquina. Pela frente do tecido, só aparecem pequenos pontos e, por esse motivo, pode ser considerado um parente do ponto sombra, já que são muito parecidos no direito do tecido. Utilizado para embainhar roupas de bebê ou fazer aplicação de bordados ou de um tecido sobre outro.
PONTO SOMBRA: são empregados para trabalhos finos, executados pelo direito e trançados pelo avesso do tecido. Pode ser utilizado sobre tecidos finos, com o avesso dos pontos feitos pelo direto do trabalho. Nesse caso, o entrelaçado em xis produz um efeito sombreado no direito do tecido. O ponto sombra originou-se na Índia como forma de decorar gazes e mousselines finas de algodão e continua sendo empregado, atualmente, em roupas de cama e mesa, camisas, blusas, lingeries e túnicas confeccionadas com tecidos leves.
PONTO RICHELIEU: é o caseado feito no tecido, ou seja, uma série de fios que serve de elos entre os pontos do bordado. Também conhecido como ponto para bordado recortado, é executado abrindo-se orifícios no tecido de fundo, segundo desenho prévio. Os orifícios podem ser recortados por dentro de motivos, como no bordado inglês, ou por fora deles, para formar fundos, como no bordado renascença. Esse ponto pe utilizado em todos os tipos de roupa de cama e mesa, assim como em bordas, bainhas, golas e punhos de peças do vestuário. Os tecidos mais indicados para a realização desse ponto são os de trama bem fechada, resistentes e que não desfiam com facilidade. Todo bordado richelieu deve ser montado em bastidores, para facilitar o trabalho.
PREGAS: as pregas podem ser feitas por meio da manipulação do tecido em uma pala ou tira ou por processos industriais de passar a ferro. Há vários tipos de prega, por exemplo: box, prensada (flat), invertida, faca, batida, sunray, cogumelo (mushroom) e cristal pregueado (pregas finas), geralmente costurado com fio elástico.
PRES-DO-CORPS: junto ao corpo; são as roupas coladas que modelam o corpo; aderem, sempre de fibras sintéticas.
PRÍNCIPE DE DE GALES: variedade de xadrez cuja distribuição das cores e trama seguem dados precisos.
PROVAR / AJUSTE:  ajustar; acertar; experimentar uma peça de vestimenta a fim de tirar-lhes o defeito; ajustando-a ao corpo.
PUNHO: parte da modelagem de uma camisa ou vestido, que encaixa na manga; tecido de malharia com caneletas no sentido do comprimento; tira de tecido que dá acabamento às extremidades de uma peça de vestuário.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA

1 – LINGUAGEM TÉCNICA

NNN
NAPA: couro utilizado para confecção de roupas, sapatos e bolsas. Obs: couro de gado. 
NERVURA: prega finíssima e costurada.                    
NESGA: peça ou pedaço de tecido triangular que se costura entre dois tecidos como recheio para dar amplidão visual à peça.              
NOUVELLE LONGUEUR: novo comprimento de saia.
NÚMERO MÉTRICO (NM):  título; o peso é fixo (em gramas) e o comprimento variável (em metros).Ex: NM 40/1 = 40 metros desta linha pesam 1 grama.
NYLON: tecido sintético com resistência, brilho e certa elasticidade.

Cordel Encantado: Figurino Encantador



Enredo:  
A novela se passará no interior do Brasil, e mostrará a história do cangaço e do Nordeste brasileiro, com a direção geral de Amora Mautner.
Cordel Encantado” contará a história dos reis do fictício reino Seráfia do Norte, Augusto (Carmo Dalla Vecchia) e Cristina (Alinne Moraes). O casal então viaja com a filha, Aurora, ainda bebê, para o Brasil em busca de um tesouro escondido pelo fundador do reino de Seráfia. Nessa grande aventura, a rainha e sua filha soferão uma emboscada arquitetada pela malvada duquesa Úrsula de Bragança (Débora Bloch), que deseja assumir o trono a qualquer custo.

Por ser uma novela de epóca, Cordel Encantado conta com um figurino muito especial  e luxuoso, cheio de riquezas de detalhes. Os profissionais que assinam a criação das peças são: Karla Monteiro e Marie Salles, além do designer Denis Linhares especialista em chapéus, e outro artesão de Pernabuco, para criar os chapéus dos cangaceiros.
Parabéns para as figurinistas Marie Salles e Karla Monteiro.
Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia)
A rainha Cristina (Alinne Moraes)
A rainha Cristina (Alinne Moraes) e o rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia).
A duquesa Úrsula, personagem de Débora Block sera quem mais chamara a atenção com seus trajes luxuosos.
As roupas de Zóio-furado (Tuca Andrada) contam com aplicações de tachas e placas de prata
Carlota (Luana Martau)

Nota: 
Se você quiser ver mais figurinos em detalhes acesse o site da Uol Televisão e veja as fotos feitas pelo fotógrafo André Durão no Projac da Rede Globo.
http://televisao.uol.com.br/album/figurino_cordel_encantado_album.jhtm#fotoNav=27

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA

1 – LINGUAGEM TÉCNICA
 
OOO
OBI: faixa japonesa feita de brocado de seda e forrada com cor contrastante. Geralmente a largura é de 35 cm por 1,20 a 1,80 cm de comprimento. Enrolado na cintura e amarrado nas costas com acabamento em grande laço.
OGIVA: decote; termo de arquitetura; diz-se “Ogiva” o decote cortado em “u” com uma fenda ao meio para baixo. Ressuscitado em 1987 por Cristian Lacroix.
OMBREIRA: tecido ou espuma pré-moldada colocado na roupa para acentuar a forma do ombro.
ORGANZA: tecido em tela, normalmente alvejado, de fibras brilhantes e lisas, leve mas endurecido pelo alto nível de torção do fio e do acabamento empapelado.
OURELA: significa orla, borda; é o arremate lateral dos tecidos produzidos em tear.
OVERLOQUE: peça de máquina de costura ou equipamento industrial que chuleia e corta as pontas do tecido, usado para dar acabamento.
OXFORD: tecido tramado com um fio tinto e um fio cru, deixando um aspecto bicolor, sendo o fundo branco. Inicialmente, este tecido era composto de puro algodão, mas hoje também é fabricado com poliéster.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA

MMM
MANTILHA: echarpe larga e comprida que faz parte do traje nacional feminino espanhol, de seda ou renda geralmente preta ou branca, que cobre a cabeça e cai sobre os ombros.
MANEQUIM: é o tamanho ou conjunto de medidas de uma pessoa; boneco em forma e medida humana com a finalidade de modelar, provar ou expor certas roupas.       
 MANGA: diz-se da parte do vestuário onde se enfia o braço.                                                                                  
MANGA BUFANTE: é a manga que sendo franzida, ora na cava, ora na boca ou em ambas, adquire uma forma arredondada e cheia, como de um lampião.
MANGA JAPONESA: mangas curtinhas, contínuas e sem cava.
MANGA MORCEGO: manga inteiriça ou não, muito popular na década de 1930, que se assemelha à asa deste animal.
MANGA RAGLÃ: manga com corte diagonal, saindo da cava e terminando no pescoço.
MANGA TRÊS-QUARTOS (3/4): dIz-se de manga que termina entre o cotovelo e o punho.
MÁQUINA DE GALONEIRA: é aparelhada para aplicação de frisos, galão, barras em artigos de malharia em geral como: camiseta, blusa, roupa esportiva, etc; Ela forma o ponto corrente e as linhas são entrelaçadas em cima e em baixo do tecido pela agulha, pelo looper e pelo trançador; Nesta classe de ponto a linha alimenta diretamente o looper, dispensando o uso da bobina; Essa máquina da classe 400 e 600 trabalha com 3,4 ou 5 fios.
MÁQUINA DE OVERLOQUE: "Overlock" é uma palavra inglesa que significa chulear, dar reforço, resistência ou segurança à extremidade do tecido; Essa máquina forma o ponto corrente e as linhas são entrelaçadas em cima e em baixo pela agulha com o loopers; Nessa classe de ponto a linha alimenta diretamente os loopers dispensando o uso de bobinas; A máquina de overloque é da classe 500 e trabalha com dois ou três fios.
MÁQUINA RETA OU PONTO 301: é a máquina de costura do ponto fixo, de classe 300, o tipo do ponto é o de número 301, formado por duas linhas: uma superior e outra inferior.
MÁQUINA ZIGUEZAGUE: máquina de costura com ponto 310 em forma de ziguezague; o ponto da máquina ziguezague é da classe 300, a classificação do ponto é 304 e se forma exatamente da mesma forma que o ponto fixo básico 301, com exceção de que os pontos sucessivos ficam colocados a certo ângulo uns dos outros, ao invés de ficarem em linha reta.
MARGEM DE COSTURA: é um espaço acrescentado em volta do molde, que posteriormente será utilizado para a união de duas ou mais partes de tecido; varia de acordo com o tecido e bitolas de máquinas; Quando o tecido desfia com  facilidade, deixa-se maior espaço para margem da costura.
MARTA: pele do mamífero marta, de corpo alongado e ágil, cauda peluda e pêlo espesso e macio, de grande valor comercial, usada para a confecção de casacos, estolas etc. e também para apliques no vestuário (geralmente em duplas).
MARTINGALE: pequeno cinto nas costas de uma roupa, incrustado horizontalmente para marcar a cintura em coletes, vestidos, manteau e redingotes.
MEDIDA: é o espaço entre dois pontos; é uma determinada grandeza que serve de padrão para a avaliação de outras; ação de medir; medição.
MEDIDAS INDIVIDUAIS: são medidas que conseguimos através do corpo individualmente.
MEDIDAS PADRONIZADAS: são medidas que obtemos através de tabelas definidas na maioria pelo setor têxtil e as industria de confecção para a confecção de modelagem.  
METALIZADO: tipo de acabamento que consiste na aplicação de papel metalizado sobre o tecido por transferência térmica (High-tech).
MEIA-MALHA: tecido de malha.
MICROFIBRA: tecido produzido com fios sintéticos extremamente finos. Para se ter uma idéia, estes filamentos podem ser 60 vezes mais finos que um fio de cabelo e 10 mil filamentos de microfibra podem pesar menos que uma grama. Os tecidos têm toque sedoso e alta resistência; A microfibra é um filamento de poliéster, nylon ou acrílicos derivados do petróleo, diferente apenas na composição química. Tecidos com microfibra são mais leves e, duráveis e ultramacios.
MODELAGEM: técnica e/ou operação de modelar; representar por meio molde; delinear. Uma boa modelagem é essencial para que as peças tenham um bom caimento no corpo.
MODELAR: fazer o molde de; representar por meio de modelo; assinalar os contornos de; ajustar -se a; contornar; moldar.
MODISMO: aquilo que esta na moda, tendo portanto caráter efêmero.
MOLDAR: formar os moldes de; adaptar ou acomodar ao molde de; dar forma ou contorno a; modelar.
MORIM: tecido branco e fino de algodão; tecido antigo produzido em Calicute na Índia; de algodão rústico, branco ou tinto, tem preço baixo e é usado na confecção de peças de cama e mesa, além de servir como forro em diversos tipos de roupa; Também é muito utilizada para modelar peça desenvolvida na técnica moulage.
MOULAGE: palavra francesa para a técnica de modelagem feita diretamente com o tecido sobre o corpo (tridimensional), criada diretamente nos manequins.
MULE: chinelo de quarto, em cetim, com salto e vison na gáspea. Usado na década de 1940.

Pura inspiração!!!!...

Trabalhos criativos inspirados no conto de fada 
"Chapeuzinho Vermelho".

Papel de Parede - Eva Mendes - Lobo e Chapeuzinho vermelho [1024x768]

Selena Gomez aparece em um ensaio posando como Chapeuzinho Vermelho.  As fotos, divulgadas pelo site "Teen",
Editorial da Vogue America de setembro,  foi inspirado na história da Chapeuzinho Vermelho.  
Fotógrafos: Alas e Macus Piggot.
Foto do fotógrafo espanhol  Eugenio Recuenco para  a revista Vogue Noivas,
Gisele Nasser optou por um clássico infantil e desenvolveu uma coleção inspirada na Chapeuzinho Vermelho.
O fotógrafo israelense, Shlomi Nissim 
Campanha da Melissa.

A capa da Chapeuzinho dá o toque da cor na estação. Foto para a Revista Elle.

Chapeuzinho Vermelho


O novo conto de fadas a receber uma releitura no cinema é Chapeuzinho Vermelho. Com a atriz Amanda Seyfried, no papel da inocente garota de chapéu vermelho, e o talentoso Gary Oldman, o Sirius Black de Harry Potter, conta com a direção de Catherine Hardwicke que comandou as gravações de Crepúsculo.
A diretora Catherine teceu elogios a Amanda: “Eu nunca tinha visto ela assim antes em um papel. Ela é supersexy, selvagem. E aqueles olhos gigantes estão totalmente fora dos contos de fada”. 
Com o título original de “Red Riding Hood”,( Chapeuzinho Vermelho) faz uma releitura da personagem que encantou gerações. A história se passa em uma vila medieval, que está sob a ameaça de um lobisomen e ainda conta com Virgínea Madsen, Julie Christie, Gary Oldman, Lucas Haas e Shiloh Fernandez.

Título original: (Red Riding Hood)
Lançamento: 2011 (EUA, Canadá)
Direção: Catherine Hardwicke
Atores: Amanda Seyfried, Shiloh Fernandez, Max Irons, Gary Oldman.
Duração: 100 min
Gênero: Suspense

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/a-garota-da-capa-vermelha/trailers-e-imagens/

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA

1 – LINGUAGEM TÉCNICA

LLL
LÃ: fibra natural, animal, proveniente basicamente de ovelhas, cabras e carneiros (mas também de camelo, alpaca, iIhama). Pode ser em fios grossos e rústicos ou finos e nobres.
LAMÊ: tecido liso ou jacquard, utilizando em fios metálicos em sua trama, como ouro ou prata.
LAPELA: a parte superior da frente de uma blusa ou jaqueta, que vem dobrada da nuca; voltada para fora; tampa do bolso.
LAYER LOOK: sobreposição de peça, visual em camadas.
LEGGING: meia-calça mais grossa utilizada em atividades esportivas ou casuais - espécie de fuseau; Calças geralmente de malha, mais ou menos ajustadas nas pernas para a prática de exercícios.
LEOTHERETTE: imitação de couro em plástico.
LEOTARD:  é um collant de mangas compridas, criado no século XIX pelo trapezista francês Jules Leotard.
LINHA: fio de algodão, linho, seda, etc; a extensão considerada com uma só dimensão ou comprimento; reta.
LINHO: fibras naturais vegetal, provenientes do caule da planta de mesmo nome.
LUREX:  fio de poliéster com tratamento de brilho metálico.
LYCRA: marca registrada de fio elastano da Dupont, portanto, toda lycra é fio elastano nem todo fio elastano é lycra.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA

1 – LINGUAGEM TÉCNICA

KKK
KALASIRIS: peça básica do vestuário egípcio; uma variação de tanga.
KANAIS: túnica assíria decorada com franjas, indispensáveis na indumentária assíria-babilônica.
KAUNAKES: saia de lã usada pelos sumérios, que vai até o tornozelo, sendo mais curta nos trajes militares. Do excesso de tecido que ficava na parte de trás, formava-se um manto que cobria um dos ombros.
KEDS: moda de final de século, tênis; um modelo simples de lona ou de couro sem qualquer pretensão de ser diferente.
KILT: saia masculina usada pelos escoceses, pregueada atrás, transpassada na frente com franjado vertical no próprio tecido, arrematada com um grande alfinete de segurança.
KITSCH: conceito do material artístico vinculado ao mau gosto, ao sensacionalismo, sentimentalismo de cunho imediatista, produzido com o propósito de apelos ao gosto popular. Em moda o kitsch é traduzido em artigos de vanguarda e elementos não considerados de luxo.
KNICKERS (Níquers): calças que terminam logo abaixo dos joelhos, usadas na prática do golfe ou do cricket. Nos anos 30 o Duque de Windsor a encompridou em quatro dedos a mais.

quarta-feira, 23 de março de 2011

MULHER MARAVILHA DE FIGURINO NOVO

A estrela da série dos anos 70 muda o figurino e reaparece muito mais sexy.

Algumas mudanças foram feitas no figurino por David E. Kelly para apresentar a nova estrela Adrianne Palicki, que irá incorporar a personagem. 

O novo traje inclui calça azul de látex bem apertada, pulseiras de prata (ao invés de ouro) à prova de balas, corpete(espartilho) vermelho com detalhes dourados, botas azuis em vez das tradicionais em vermelho e, para finalizar pendurado em sua cintura, um laço grande, brilhante de ouro.

Será uma história atualizada da Amazônia Diana Prince na tentativa de equilibrar a sua vida no mundo moderno como uma combatente do crime. A personagem foi criada por William Moulton Marston em All Star Comics # 8 em dezembro de 1941. Ela é uma amazona (baseada na amazonas da mitologia grega) e foi criada para ser uma modelo feminista cuja missão era levar os ideais da Amazônia de amor, paz e igualdade entre os sexos para o mundo. 

Depois de tantas críticas é possível perceber nas imagens que houve algumas alterações:

A calça? Não é tão brilhante.
O azul? Mais escuro.
As botas?  Vermelho.
O salto alto? Nem tanto assim.


quarta-feira, 9 de março de 2011

DICA DE LIVRO

Rainha da Moda – Como Maria Antonieta se Vestiu para a Revolução

Maria Antonieta revolucionou a moda de seu tempo. Mais do que isso, revolucionou seu tempo através da moda. Do traje de montaria masculino aos excêntricos penteados, dos vestidos cravejados de brilhantes ao modesto estilo pastoril, suas roupas revolucionaram o rigoroso cerimonial da corte de Luís XVI e ajudaram a desfazer a aura de sacralidade que envolvia a monarquia, acirrando os ânimos da Revolução. Nessa obra reveladora e original, repleta de belas ilustrações, a autora adota um olhar diferente de qualquer outra biografia já publicada sobre a polêmica rainha francesa. E mostra como a moda foi ao mesmo tempo o meio de afirmação de Maria Antonieta e o caminho para seu trágico fim. 

TÍTULO ORIGINAL: QUEEN OF FASHION: WHAT MARIE ANTOINETTE WORE TO THE REVOLUTION
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura  | Formato: 16 x 23  | 454 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2006
ANO EDIÇÃO2008
EDIÇÃO
AUTOR: Caroline Weber
TRADUTOR: Maria Luiza X. De A. Borges
 
Fonte: www.zahar.com.br/doc/t1139.pdf

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA


1 – LINGUAGEM TÉCNICA

JJJ
JABÔ: espécie de gravata feita com um ou mais babados franzidos e superposta, enviesado.
JACQUARD: método de tecelagem inventado por Joseph Marie Jacquard "em 1801. Por meio de um sistema eletrônico.que"controla as agulhas de tecimento, cria-se desenhos especiais não possíveis em teares comuns.
JODHPURS: calça de montaria dos soldados indianos durante a colonização inglesa. Pernas afuniladas no tornozelo com botões para prender e fartura no planejamento dos quadris.
JUPE CULOTTE: do francês, saia-calça.
JUTA: fibra vegetal, de aspectos rústicos, grosseiros e de toque áspero. Também designa o tecido feito com essa fibra.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA


1 – LINGUAGEM TÉCNICA

III
ICONOSCÓPIO: o mesmo que tubo de imagem.
ILHA DE EDIÇÃO: sistema de interligação de aparelhos de videoteipes com finalidade de montar materiais gravados.
INSERT: do inglês, imagem rápida que pode esclarecer algo no andamento da história.
IN: entrada.
INPUT: entrada de informações ou sinais. Oposto ao output.
INSERÇÃO: propriedade em edição de substituir ou acrescentar aúdio e vídeo, juntos ou separados.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: propriedade dos equipamentos computadorizados de tomarem decisões.
ISO: abreviatura de International Standard Organization, órgão internacional responsável por padrões em produtos.
ITI: abreviatura de Insert and Track Information (Informação de Trilha e Inserção). Informa, no sistema DV (Digital Vídeo), a localização das trilhas de áudio e vídeo para edição.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA


1 – LINGUAGEM TÉCNICA

HHH
HALO: diz-se de uma área branca em volta de uma fonte de luz muito forte.
HDTV:  (do inglês High-definition television) é um sistema de transmissão televisiva com uma resolução de tela significativamente superior ao dos formatos tradicionais (NTSC, SECAM, PAL). Com exceção de formatos analógicos adotados na Europa e Japão, o HDTV é transmitido digitalmente e por isso sua implementação geralmente coincide com a introdução da televisão digital (DTV): esta tecnologia foi lançada inicialmente nos EUA durante a década de 1990 por um consórcio envolvendo AT&T, General Instrument, MIT, Philips, Samoff, Thomson e Zenith.O termo "alta definição" pode se referir à própria especificação da resolução ou mais genericamente ao meio (ou mídia) capaz de tal definição, como filme fotográfico ou o próprio aparelho de televisão.
HI-FI: abreviatura de High Fidelity, significa som de alta definição. Em equipamentos de videoteipe o som é gravado por cabeças giratórias iguais as de vídeo.
HUE: do inglês matiz, cores.
HZ: abreviatura de hertz.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA


1 – LINGUAGEM TÉCNICA
GGG
GC: abreviatura de Gerador de Caracteres.
GEN LOCK: profissionalmente, ouve-se o verbo "genlocar". É um circuito que aceita obedecer a sinais de um mestre ou gerador de sincronismo (sync generator ou PG - pulse generator)
GERAÇÃO: indica cópia em que há perda de qualidade. A fita original designa-se por master ou matriz.
GERADOR DE CARACTERES: equipamento que permite pôr sobre as imagens, letras ou números.

GERAL: idéia completa do que se pretende mostrar.

GRANDE ANGULAR : lente com a capacidade de aumentar o ângulo.

GLOSSÁRIO TÉCNICO DO FIGURINISTA


1 – LINGUAGEM TÉCNICA
FFF
FANTASMA: duplicidade da imagem no televisor, pelos sinais recebidos serem refratados.
FAST FARWARD: adiantamento de uma fita. Tecla com a finalidade de adiantar a fita, ou bobiná-la do início para o fim, em aparelhos de áudio e vídeo.
FAST MOTION: exibição de uma cena ou imagem, com velocidade mais rápida que a original.
FEEDBACK: do inglês, imagem recuperada do passado; é o efeito provocado quando a câmera é direcionada para a tela do monitor que exibe a imagem que ela capta, mostrando uma espiral infinita que se modifica conforme se movimenta a câmera. Ver eco de imagem.
FILL LIGHT: ver luz secundária.
FIGURINISTA: a partir da sinopse e das reuniões de simulação, o figurinista cria os figurinos e a caracterização dos personagens. Elaboram os devidos orçamentos e zela por seu cumprimento. Cria ou adapta os trajes e acessórios usados por atores e figurantes, seleciona os tecidos e outros materiais a serem utilizados na confecção das peças e da caracterização, acompanha a execução dos modelos idealizados bem como da maquiagem e do penteado. Orientam os assistentes, maquiadores a cabeleireiros no desenvolvimento da novela. Quando necessário, acompanha as gravações para garantir a qualidade final do figurino e da caracterização dos personagens.
FIGURINO: também chamado vestuário ou guarda-roupa; é composto por todas as roupas e os acessórios dos personagens, projetados e/ou escolhidos pelo figurinista, de acordo com as necessidades do roteiro e da direção da película e as possibilidades do orçamento. O vestuário ajuda a definir o local onde se passa a narrativa, o tempo histórico e a atmosfera pretendida, além de ajudar a definir características dos personagens.
FIGURANTES: apenas figuram no espetáculo. Podem ser pessoas que aparecem na fila de um banco, a moça que passa por uma rua, ou os convidados de uma festa.
FLICAGEM: é a pulsação da luz nas partes claras da imagem, dando a impressão de um "pisca-pisca" acelerado.
FLICKER e FLICKERING: cintilação da luz; ver flicagem.
FLIP: efeito digital que faz a imagem girar no eixo de comprimento.
FLY: efeito digital que faz a imagem voar do fundo até um ponto da tela ou ao contrário.
FOLHETIM TELEVISIVO: é um gênero televisual do campo da ficção, próximo da série televisiva, com esta diferença que o folhetim é uma história, parcelada, cujos segmentos são chamados capítulos, sendo que cada um é a continuação do precedente, contrariamente as séries televisivas, que é uma sucessão de histórias independentes (chamadas episódios), com um único laço a presença de um ou várias personagens recorrente. Os folhetins de longa duração, com muitos capítulos, são chamados de telenovela. Já os de curta duração de minisséries.
FOOT CANDLE: unidade de medida da intensidade de iluminação. É determinada utilizando uma candela (fonte de luz padrão em Física) a distância de 1 pé de uma superfície branca banhada com óxido de magnésio e cuja dimensão é de 1 pé quadrado.
FOTOGRAMA: cada um dos quadros que compõem a imagem.
FR3:  abreviatura de France Régions 3, canal público parisiense.
FRAME: (quadro) imagem eletrônica completa. O quadro é constituído por dois campos (field). Nos sistemas PALM e NTSC um quadro é formado por 525 linhas a uma freqüência de 60 Hz.
FRAME STORE: dispositivo que armazena quadros ou frames para exibi-los posteriormente.
FREQÜÊNCIA: número de oscilações ou vibrações que acontecem igualmente em um determinado tempo.
FUNDO INFINITO: fundo de uma só cor em que seus ângulos são ocultados.
FUSÃO: processo de mesclagem de duas fontes diferentes de vídeo. Pode ser usada a mesma expressão para áudio (ver mixagem).